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quinta-feira, 8 de outubro de 2020
terça-feira, 6 de outubro de 2020
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Poema "OU ISTO OU AQUILO" de CECÍLIA MEIRELES
OU ISTO OU AQUILO
é um poema de Cecília Meireles que, com exemplos do quotidiano, mostra que sempre temos que fazer escolhas na vida. Se fazemos algo, não podemos, ao mesmo tempo, fazer outra coisa. Este poema mostra-nos que as coisas parecem incompletas na vida. É muito interessante para ser lido e refletido, por nos mostrar uma lição sobre a vida de modo leve e com exemplos simples do dia a dia. Adequado às crianças pequenas.
![]() |
| Cecília Meireles (1901-1964, Brasil) |
Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e não guardo o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
terça-feira, 29 de setembro de 2020
sábado, 26 de setembro de 2020
terça-feira, 22 de setembro de 2020
segunda-feira, 21 de setembro de 2020
terça-feira, 21 de julho de 2020
terça-feira, 30 de junho de 2020
segunda-feira, 8 de junho de 2020
domingo, 31 de maio de 2020
sábado, 30 de maio de 2020
ALGUMAS PROPOSIÇÕES COM CRIANÇAS
Algumas Proposições com Crianças*
A criança está completamente imersa na
infância
a criança não sabe que há-de fazer da
infância
a criança coincide com a infância
a criança deixa-se invadir pela infância
como pelo sono
deixa cair a cabeça e voga na infância
a criança mergulha na infância como no mar
a criança é o elemento da criança como a
água
é o elemento próprio do peixe
a criança não sabe que pertence à terra
a sabedoria da criança é não saber que
morre
a criança morre na adolescência
Se foste criança diz-me a cor do teu país
Eu te digo que o meu era da cor do bibe
e tinha o tamanho de um pau de giz
Naquele tempo tudo acontecia pela primeira
vez
Ainda hoje trago os cheiros no nariz
Senhor que a minha vida seja permitir a
infância
embora eu nunca mais saiba como ela se diz
*Título de um poema de Ruy Belo, in
‘Homem de Palavra[s]’
Quando olhamos uma criança, para a vermos
de modo completo e holístico, temos de ser capazes de descobrir o outro lado do
espelho onde mora a sua infância; recordar a nossa própria infância que se
perdeu no horizonte dos deveres de adulto.
A infância vem de longe, é um país em
construção onde o para sempre ganha contornos definitivamente
provisórios. É o caos da abertura ao novo, à surpresa, à aventura. É a
frontalidade de combater o tédio, a coragem de ter febre de viver, ainda que as
feridas nos joelhos façam chorar lágrimas verdadeiras. É brincar, brincar,
brincar. O acto de brincar como verdade ancestral chega do primeiro século da
nossa história e é repetido em cada primeiro dia de um bebé recém-nascido.
A infância está na origem do processo de fazer
acontecer a heterogeneidade, a multiplicidade, a complexidade, a mobilidade, a
criação lúdica: tantos caminhos em redor e sobre o mundo, em completa
liberdade, porque o brincar não tem metodologias.
As palavras são o nosso melhor instrumento
para explicar tudo: ideias, actos, sonhos, receios, causas e consequências;
servem para descodificar a vida e a morte das pessoas. Contudo, na criança o
discurso linguístico é quase insuficiente, apresentando-se através de um
vocabulário e de uma construção frásica ainda simples. Assim, ela utiliza
outras construções criativas para se definir como pessoa. O tempo da infância
corresponde, de certo modo, ao período iniciático a partir do qual a criança
toma consciência de si enquanto ser humano. A infância como cultura fundamental
do ser, do estar e do saber fazer é livre, criativa, expansiva, e eminentemente
espiritual. É um voo avassalador sobre as nossas cabeças velhas.
A abertura das creches e dos jardins-de-infância
neste tempo pandémico assombrado pela Covid-19 colocou as crianças no centro de
uma situação de cariz existencial, com consequências devastadoras no futuro dos
humanos, a começar nesta geração que agora acolhemos nas instituições
educativas. É um processo instituído pelo Governo que vai originar mais
prolemas do que aqueles que resolve.
Ao brincar, a criança transforma e
transforma-se. Os gestos lúdicos do pequeno ser, numa profunda proximidade
relacional com os seus pares, são a verdadeira autenticidade do conteúdo do
intensamente humano que carregamos dentro de nós. A creche e o
jardim-de-infância adulterados com regras de distanciamento entre as crianças,
isolamento de grupos, ausência de materiais pedagógicos, inexistência de
partilhas e desinfecções sobre desinfecções são ambientes destruidores dos
afectos, da liberdade e do respeito pelo outro. Nestas circunstâncias
paradoxais, o outro é exactamente isso na percepção da criança:
- Aquele ser distante já não é meu amigo e
não brinca comigo. Estou sozinha.
![]() |
| Foto do jornalista da BFM Lionel Top |
As creches e os jardins-de-infância vão
abrir e acolher as crianças.
As crianças vão ficar ali, estranhas umas
às outras.
A tristeza é uma doença.
É só isto que eu tenho para dizer.
Adília César
sexta-feira, 29 de maio de 2020
quinta-feira, 28 de maio de 2020
segunda-feira, 25 de maio de 2020
sexta-feira, 15 de maio de 2020
terça-feira, 12 de maio de 2020
quinta-feira, 7 de maio de 2020
terça-feira, 5 de maio de 2020
segunda-feira, 4 de maio de 2020
POEMA - Com 3 letrinhas apenas
MÃE
Com três letrinhas apenas
se escreve a palavra Mãe
é das palavras pequenas
a maior que o mundo tem!
O SENHOR CAVALO-MARINHO de ERIC CARLE
A história O SENHOR CAVALO-MARINHO de Eric Carle enriquece as vivências da criança no que diz respeito à preservação da espécie.
Existe uma colónia na Ria Formosa, no Algarve, na qual a comunidade científica tem tentado intervir, no sentido de a preservar e impedir a sua extinção.
Existe uma colónia na Ria Formosa, no Algarve, na qual a comunidade científica tem tentado intervir, no sentido de a preservar e impedir a sua extinção.
Como o livro está esgotado, deixo aqui o link com o slideshare da história, da autoria de Ana Luísa Ribeiro:
Vamos ajudar nesta causa?
Saudação ao Sol - Simone Saavedra
A sugestão para este dia compreende uma
sequência de exercícios físicos que implicam a coordenação de movimentos com a
respiração. Deste modo, deves organizar um espaço livre de obstáculos e
preparar-te, juntamente com os teus familiares, para repetir a sequência dos
exercícios durante o período de tempo que for confortável para ti.
Instruções
para cada exercício/postura:
1 – Fica de pé com os pés juntos e o
peso equilibrado pelo corpo (sem tombar para um lado ou para o outro), com as
mãos juntas e perto do peito;
2 – Inspira e levanta os braços;
3 – Ao expirar, lança os braços para a
frente e vai baixando até ao chão;
4 – Ao inspirar, estica a tua perna
direita para trás o máximo possível e olhe para frente;
5 – Ao inspirar, estica para trás a sua
perna esquerda e deixa o corpo numa posição reta;
6 – Lentamente baixa um pouco o corpo,
como se fosse tocar o chão, mantendo-o sobre as palmas da mão;
7 – Desliza para a frente e levanta o
peito enquanto olhas para cima. As palmas das mãos continuam no chão e os
cotovelos levemente dobrados;
8 – Levanta o quadril enquanto as
palmas das mãos continuam no chão. Deves ficar na posição de um “V” invertido;
9 – Ao inspirar, olha para a frente e
leva o joelho direito para frente, enquanto a perna esquerda fica esticada para
trás;
10 – Ao expirar, traz o joelho esquerdo
para frente do corpo;
11 – Inspira e levanta os braços.
Agora
repete a sequência. A repetição dos exercícios vai ajudar-te a memorizar a sua
sequência.
Além da imagem ilustrativa das várias
posições que deves fazer podes, também, seguir o vídeo.
Após a atividade de Saudação ao Sol a criança poderá desenhar o que sentiu. Sugere-se o lápis de cor ou de cera por terem um traço mais suave e consonante com a experiência de promoção do equilíbrio emocional.
quinta-feira, 16 de abril de 2020
«História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar» de Luis Sepúlveda
Uma das muitas histórias do escritor chileno Luis Sepúlveda
(4 de outubro de 1949 - 16 de abril de 2020)
(4 de outubro de 1949 - 16 de abril de 2020)
terça-feira, 14 de abril de 2020
A LAGARTINHA MUITO COMILONA - EM PORTUGUÊS
Uma história de Eric Carle, muito divertida e didática, implica os algarismos, as quantidades, os tamanhos, o ciclo da borboleta e também as diferenças entre alimentação saudável e desadequada.
Além do vídeo, partilho o slideshare da história e um conjunto de atividades e respetivos materiais para explorar todos os conteúdos.
Atividades e materiais: https://www.criandocomapego.com/uma-lagarta-muito-comilona-atividades-para-educacao-infantil/
Vídeo com a narração da história:
segunda-feira, 23 de março de 2020
Poema "P'ra Lá do Arco-Íris"
“Over The Rainbow” (“P’ra Lá do Arco-Íris”)
Deixo-vos um presente: "Over The Rainbow" ("P'ra Lá do Arco-Íris"), uma bonita canção originalmente composta por Harold Arlen (1905-1986), com letra de E. Y. Harbung, para o filme "O Feiticeiro de Oz. Desconheço os autores deste instrumental.
A versão portuguesa da letra é de Alexandre Delgado:
Quando tu vês tudo tão confuso,
quando cai a chuva sem parar,
o céu mostra por onde hás-de ir.
Quando as nuvens se tornam negras,
lá em cima tu hás-de encontrar
um caminho a colorir.
Todo o céu, até ao Sol,
por onde podemos ir.
P’ra lá do arco-íris há-de haver,
um lugar de que ouvi falar ao adormecer.
P’ra lá do arco-íris eu sei bem,
que os meus sonhos serão verdade e os teus também.
Um dia vou pedir a uma estrela que me leve para longe.
Um sítio sem tristezas, bem p’ra lá daquelas nuvens,
onde o Sol se esconde.
P’ra lá do arco-íris, para além,
onde os pássaros voam, quero voar também.
Se os passarinhos voam para lá do arco-íris, eu também!
*
*
https://www.youtube.com/watch?v=ASskDwAp5GU&fbclid=IwAR35cx3SKRVzQeZf_xtojkSre9K5CEbOmvF-g4QQosSOCqwnzgqlM5cF_Ak
*
A minha leitura do poema em vídeo:
https://www.facebook.com/adiliacesar.versospequeninos/videos/681265279288804/
Jogo do Coronavírus - Lavar bem as mãos
Aprender brincando: como lavar bem as mãozinhas?
Assim:
https://www.criandocomapego.com/jogo-do-coronavirus-lavar-bem-as-maos/
Assim:
https://www.criandocomapego.com/jogo-do-coronavirus-lavar-bem-as-maos/
domingo, 8 de março de 2020
sexta-feira, 6 de março de 2020
terça-feira, 3 de março de 2020
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
terça-feira, 19 de novembro de 2019
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Conto Outono
Um conto muito especial entre uma folha e uma bolota, contado sem palavras, só com imagem e música. Belo e comovente.
terça-feira, 29 de outubro de 2019
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
domingo, 13 de outubro de 2019
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
A de Artes: 3D Art - Arcimboldo - AUTONO
A de Artes - Arcimboldo e o Outono
Arcimboldo foi um pintor italiano, conotado com o Maneirismo e o Surrealismo. As suas obras causam alguma estranheza, mas as crianças pequenas aceitam o simbolismo das imagens e sentem-se, elas próprias, estimuladas na sua imaginação.
A pintura "Outono" de Arcimboldo é potencialmente pedagógica para as crianças pequenas, ramificando-se em vários temas: a arte da Pintura, o Outono, a Alimentação, etc. faz parte de uma série intitulada "As Quatro Estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, tais como frutas, verduras e flores, para compor fisionomias humanas.
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| Outono - Giuseppe Arcimboldo |
Arcimboldo foi um pintor italiano, conotado com o Maneirismo e o Surrealismo. As suas obras causam alguma estranheza, mas as crianças pequenas aceitam o simbolismo das imagens e sentem-se, elas próprias, estimuladas na sua imaginação.
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| Autorretrato de Giuseppe Arcimboldo (1526 - 1593) |
O vídeo 3D seguinte ajuda os mais novos a entender a ideia de Arcimboldo, na passagem das 2 para as 3 dimensões.
A obra de Arcimboldo resiste ao tempo e provoca outras obras artísticas. Veja-se, por exemplo, uma recriação do fotógrafo Klaus Henriquee Gerdes. Enquanto as obras pintadas de Arcimboldo criavam uma fantasia, a fotografia de Gerdes cria uma imagem da realidade, trazendo a fantasia de volta à vida. Ele explica: “Uma pêra, uma maçã e uma baga juntam-se em sinergia, criando um retrato na minha mente. Magritte disse a famosa frase 'Ceci n'est pas une pipe', da mesma forma que eu poderia dizer 'Isso não é um rosto', mas os nossos poderes de abstração, um poder que é exclusivamente humano, permitem-nos ver esse rosto. ”
Para saber mais sobre Klaus Henrique Gerdes e as suas recriações fotográficas dos quadros de Arcimboldo:
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
sábado, 5 de outubro de 2019
Cavalo Marinho
Voz de Rosa Emilia Dias Composição : Nando Carneiro; Cacaso Sincronização áudio/vídeo: Flávio Alves Letra: Galopa Cavalo marinho Me ensina o caminho Que devo tomar Solta as crinas no vento Galopa no vento Cavalo do mar Galopa Cavalo marinho Me ensina o caminho Que devo tomar Solta as crinas no vento Galopa no vento Cavalo do mar Galopa Cavalo marinho Me ensina o caminho Que devo tomar Solta as crinas no vento Galopa no vento Cavalo do mar Galopa Cavalo marinho Me ensina o caminho Que devo tomar Solta as crinas no vento Galopa no vento Cavalo do mar
Olivia Byington - Cavalo Marinho
Galopa
Cavalo marinho
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
Galopa
Cavalo marinho
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
Cavalo marinho
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
Galopa
Cavalo marinho
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
Cavalo marinho
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
Galopa
Cavalo marinho
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
Cavalo marinho
Me ensina o caminho
Que devo tomar
Solta as crinas no vento
Galopa no vento
Cavalo do mar
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
Cavalo Marinho - OFICIAL - Legendado
Comemorar o Dia do Animal | 4 de Outubro
A canção CAVALO MARINHO vai ajudar-nos a conhecer melhor este maravilhoso peixinho que está em perigo na nossa Ria Formosa, no Algarve.
VAMOS SALVAR OS CAVALOS MARINHOS será a nossa causa social e ecologógica ao longo do presente ano letivo.
Toda a ajuda é preciosa!
A canção CAVALO MARINHO vai ajudar-nos a conhecer melhor este maravilhoso peixinho que está em perigo na nossa Ria Formosa, no Algarve.
VAMOS SALVAR OS CAVALOS MARINHOS será a nossa causa social e ecologógica ao longo do presente ano letivo.
Toda a ajuda é preciosa!
terça-feira, 17 de setembro de 2019
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
"Queres brincar comigo?" | Livros | Zig Zag
Para o 1º dia de jardim de infância, escolhi a história "Queres brincar comigo?" de Eric Carle. O livro é muito apelativo e tem um enigma que atravessa todas as páginas.
E tu, queres brincar comigo?
E tu, queres brincar comigo?
quinta-feira, 6 de junho de 2019
terça-feira, 21 de maio de 2019
quarta-feira, 1 de maio de 2019
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Quente de mais para abraçar
Uma história de inverno bem quentinha: "Quente de mais para abraçar" da autoria de Steve Smallman e Gee Biscoe, da editora book.it, encanta as crianças. O protagonista é um dragão adoptado por uma família. O seu melhor amigo é o João.
E DRAGÃO rima com JOÃO pois então!
https://www.youtube.com/watch?v=cAhCejEin1U
E DRAGÃO rima com JOÃO pois então!
https://www.youtube.com/watch?v=cAhCejEin1U
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
O Nabo gigante
Uma história sobre entreajuda: uma quinta, um velhinho, uma velhinha, muitos animais e um nabo gigante!
Filme de animação baseado numa conto tradicional russo recolhido por Alexis Tolstoi realizado por crianças do 1º ciclo no atelier de artes plásticas "Tintas e rabiscos" do 2º Jardim-escola João de Deus de Coimbra sob a orientação dos Professores Artur Costa e Ana Rita Amorim:
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
adivinha o quanto eu gosto de ti
Filme realizado no âmbito da disciplina de "Biblioteca escolar e novas tecnologias" da pós graduação em Gestão de Bibliotecas Escolares, relativa à história "Adivinha o Quanto Eu Gosto de Ti no Outono", por Célia Barbosa.
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
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